Conto "A garrafa".

Leiam o que foi dito sobre meu conto...


04.02.2010 Muito bom este conto. Intrigante, surpreendente, prende o leitor do começo ao fim. Parabéns à autora!
Mara Senna

04.02.2010
Quanto mais eu me deparo com textos primorosos como esse da Anna Bovary, mais eu creio que Borges tinha razão, que narrativa curta era capaz de nos persuadir muito mais que o melhor dos romances! Minhas saudações cordiais à contista, já possuis o meu respeito, estima e admiração.
Jacqueline Salgado

04.02.2010 
Ótimo conto Ana. Parabéns por mais um conto brilhante. Confesso, que quando iniciei a leitura, temi encontrar algo Kafkiano. Mas, ufa, não o encontrei. Seu conto misturando ficção a personagens bem reais é um deleite para nós leitores.
Marcia Reny

29.01.2010
 O conto é excepcional.
silvia

28.01.2010
 O texto é rico em imagens. Sufocamos com o personagem, enquanto o ritmo nos guia em uma narrativa precisa. Você demonstra segurança e nos remete ao mundo kafkaniano, com toques particulares. Aqui encontrei um conto de extrema qualidade que merece levar à público sua autora. Parabéns. Ana, adorei conhecer seu trabalho.
Profa Bia

23.01.2010
 Sou fã de contos de realismo fantástico. Muito bem escrito e intrigante. Parabéns! Deveria ser publicado com certeza.
Sérgio Gomes

22.01.2010
 Excelente. Forte densidade emocional, além de muito criativo e uma boa resolução final. Gostei mesmo muito. Merece publicação.
Maria Marques

22.01.2010
 Parabens ... Surpreendente esse conto, fiquei ansiosa para saber o seu final. Adorei !!
Andreia Carvalho

20.01.2010 Excelente conto. O texto é seguro, fluente e prende nossa atenção do começo ao fim. Como se também estivéssemos presos na garrafa com a autora e o personagem.
Márcio Ibiapina

20.01.2010 Clautrofobia pura. Muito bom conto, Anna.
MCATPP

20.01.2010 Anna Bovary, seu fôlego literário tira o nosso, quando você escreve. Final inesperado e a grande riqueza do conto, pois é esse final que faz de sua ficção uma literatura crível. Parabéns.
Dag Bandeira

20.01.2010  O conto é bastante interessante. A fantasia do homem "engarrafado" nos faz viajar por sua nova vida e novos problemas. Ana, parabéns! Curti muito ler este seu conto!
Fatima Cristina Dargam

17.01.2010
 Um texto muito envolvente , muito bem elaborado, coloca o coração em arritmia e tensão, do começo ao fim. A autora demonstrou muito talento , e que " entende do riscado". Sonoros aplausos! Davi Cartes Alves. Curitiba - Pr
DAVI CARTES ALVES


15.01.2010
 Conto digno de ser publicado com mais contos, da mesma autora. Incrível o mundo em que nos prende a narrativa com toda a sua tensão e sentimentos altamente humanos, de amor desesperado e oportunismo. Neo-literatura de primeira ordem. Parabéns.
Salutaris

11.01.2010
 Intrigante e hipnótico. A garrafa pede para ser compreendida, para ser decodificada e aberta. O líquido branco e viscoso que afoga o protagonista desconcerta o leitor. Será um pesadelo ou o acordar de um coma? Será linguagem figurada ou apenas o delírio de um doente? Parabéns à Anna pelo conto que incita, que instiga, que pede mais.
Paula

03.01.2010
O universo feminino é universal na medida em que reflete os sentimentos de toda a humanidade. Quando uma mulher fala da humanidade, como acontece aqui neste conto, ela está espelhando um universo amplo e único, ao mesmo tempo. Uma história como esta nos traz a perspecticva raramente imaginada de almas e sentimentos que nos permitem refletir sobre o que somos, como somos, e aonde podemos tentar chegar;mesmo com todas as limitações.
tobias barreto

28.12.2009
O leitor mais perspicaz quer descobrir o pano de fundo. O amor por Jussara? O valor de um grande amigo? O autor visivelmente está escondendo um final surpreendente. E isto? O pano de fundo, talvez, é fazer aflorar tantos sentimentos em tão pouco tempo. Muitos vão se apaixonar por Jussara, muitos ficarão ansiosos para descobrir o final e outros, como eu, vão sentir um profundo ímpeto em fazer algo para acordar e sair da prisão de suas próprias garrafas. A garrafa é Brilhante!
Afomar

26.12.2009
 Prezada, A Garrafa trata-se de um conto muito bem escrito, que traduz a perdição do homem hodierno frente aos descaminhos da realidade. Merece nossos parabéns. Elias Antunes.
Elias Antunes

26.12.2009
 Interessante mistura da realidade com o que até certo ponto parece ser fantasia. E um final com otimismo, esperança, coisa rara nos autores de hoje em dia.
Rod Stewart

25.12.2009
 O texto tem uma linguagem que consegue nos prender. Ficamos com vontade de descobrir como é possível que ele esteja preso numa garrafa. E o final não só nos faz entender, como traz esperança ao personagem. Parabéns!
Guga


22.12.2009
 Ana consegue segurar o leitor pela gola. Nos transporta para um universo kafkaniano e mexe no fundo da alma engarrafada de cada um de nós. Excelente conto. Felipe Pena
Felipe Pena

22.12.2009
 "A garrafa" é um CONTO. Assim mesmo, com todas as letras maiúsculas. Bem escrito, instigante, simples e forte. Parabéns autora, espero vê-lo publicado!
Barbara Cassará

22.12.2009
 Excelente! Fiquei presa do início ao fim da narrativa. A autora realmente sabe como prender a atenção dos seus leitores e ainda de quebra nos permite exercitar nossa imaginação. Parabéns. Graça Cardoso
Graça Cardoso

21.12.2009
 O grau de perturbação é tanto, que é impossível negar que um conto assim nos derruba! Grande criatividade. Uma literatura capaz de tanto impacto é até um perigo, rsrsrs. (Tô rindo de nervosa.)
Renata Paes

21.12.2009
 Lembrei de uma mistura entre Edgar Alan Poe e Kafka. O emparedado de Poe com o pesadelo moderno kafkiano. Absurdo e, de repetente, despertando para outra realidade. E nem essa outra garante sequer um mínimo dfe esperança. Ficção de extraordinária força.
Marcus Vinicius Pires

21.12.2009
 Parabéns para quem quer que tu sejas, ó autora. Nem quatro anos estudando Psicologia me deu o torvelinho emocional a ser detectado na mente de seres como há - tal torvelinho - escondido no teu personagem principal. Pobre homem! Felizardo leitor!
Anthero Luz

21.12.2009 Li, reli e reli. Não dá para não ler pelo menos três vezes. Um pouco pela complexidade do conto. Muito por sua riqueza. Literatura que mereça esse nome não larga o leitor assim, de primeira... "A Garrafa" nos traga.
Silvana Marengo

21.12.2009
 Não bastasse virarmos miniaturas expostas ao nosso pânico claustrofóbico, somos submetidos a triângulos onde uma Jussara dá no pé, nosso melhor amigo omite o que talvez saiba sobre ela, e quando pensamos estar acordados no pesadelo, descobrimos que podemos acordar noutro lugar, com alguma chance. Ou será o novo pesadelo que recém começou, apenas com mais cara de real? Que jogada arma a autora (suponho)! É de deixar qualquer um tonto. Soco vertiginoso da arte.
Antonio Henriqson

21.12.2009
 A autora caprichou até no pseudônimo. Autora ou autor, não sei. Sei que o conto deixa a gente desnorteado. E o que é a essência de uma obra de arte senão nos mostrar que o real é insusificiente ou, ao contrário, que o real é uma inocência perto do pesadelo que o artista criou? O homem preso quarto, o quarto preso na garrafa e depois... aquele desfecho?! A revelar que a realidade ainda pode ser recuperado após um amargo, amarguíssimo pesadelo. Conto extremamente bem conduzido, tortuoso, torturante, a revelar habilidade técnica rara, uma capacidade de narrar diante da qual temos até de nos proteger. Tarde mais! Após termos lido A GARRAFA, já fomos, como o protagonista, engolfados pelo delírio. Ou estaremos começando a ser engolfados pelo que agora assume ares de realidade? Um feito!
Paulo Bentancur

21.12.2009
 Fala-se muito no quanto é importnate - fundamental mesmo - um grande início. Pois que abertura a deste conto, hem. Só pela abertura (e pelo desfecho, o conto já vale por si só. Somando-se a isso a situação toda, entre absurda e onírica, o que dizer? A GARRAFA é algo novo na ficção breve no País.
Regina Mandelli

20.12.2009
 Muito diferente, esse conto! Taí um estilo que não se encontra todo dia! Uma mistura de clareza e mistério...
LEITORA DA BOVARI BRASILEIRA

20.12.2009
 Anna lança a garrafa ao mar de leitores. Que a mensagem chegue ao destinatário.
Livia Garcia-Roza

19.12.2009
 Estou aqui para presentear a autora , pois o conto esta maravilhoso! "A garrafa" nos faz imaginar todas essas coisas na vida real. Parabéns!!!
Carolina Santos

19.12.2009
 Me diverti muito lendo sobre o conto!Foi um ótimo conto, onde as pessoas conseguem se prender na tensão e imagina a "garrafa" na nossa vida!!! Parabéns à autora!!!
Thiago de Paulo

19.12.2009
 Parabéns!!! Conto excelente, a autora consegue nos prender dentro da "garrafa", prendendo a nossa atenção na dramatização e na tensão , abrindo espaço para imaginação. Mas uma vez Parabéns a autora!!!
Eryka

19.12.2009
 Parabéns a autora!! Que no conto "A garrafa" traduz todo nosso cotidiano, refletindo a angustia que nossos pensamentos e atos, nos trazem todos os dias. A autora consegue nos colocar dentro da "garrafa".
Daniel Azevedo

19.12.2009
 A autora consegue expor com clareza os sentimentos, muitas vezes ocultos em nós; demonstrando a luta diária dos seus próprios pensamentos.
Marcia Melo

19.12.2009
Conto excelente, consegue traduzir nosso cotidiano e ao mesmo tempo nos colocar nas "garrafas" que estão sempre presentes nos nossos dias. A autora está de parabéns.
Mi Paiva

19.12.2009
 História encantadora, texto impecável. Analisa perfeitamente algo que tanto nos inquieta no cotidiano... a clausura que criamos diante de inúmeras "Jussaras" ou quaisquer outras desventuras. "A Garrafa" realmente deixa o leitor sem fôlego! Parabéns a autora Anna Bovary.
Ágatha P.

18.12.2009
 Maravilha o conto A Garrafa, de Anna Bovary. Conciso, bem escrito, original, instigante. Parabéns à autora.
Angela Dutra de Menezes

18.12.2009
 A Garrafa: Tensão e dramaticidade são os pontos fortes do conto, que desde o início provocou minha curiosidade, abrindo espaços de imaginação. Há clima, elegância, fluência. O conto de Anna Bovary funciona de fato. Enxuto, quente, bem amarrado. E de quebra alerta a quem afoga suas mágoas na garrafa: cuidado! pra não acabar preso dentro de uma delas. A não ser que esteja procurando um gênio chamado Jussara...
Marta Lagarta

17.12.2009
 Lindo conto. Envolvente.
Renata

17.12.2009
 Achei o conto muito interessante, pois retrata uma situção muito frequênte em nossos dias e mesmo assim, prende a nossa atenção, o que não é fácil, quando se trata do cotidiano.
Cesar da hora

16.12.2009
 A sensação de prisão, agonia, angústia...é indiscutível. A autora conseguiu nos aprisionar dentro da garrafa também, ou de qualquer outro objeto que seja capaz de se equiparar a uma prisão (e cada um de nós sabe de sua prisão!). Parabéns!!!
Régia


16.12.2009
 Só pode sair da "garrafa" aquele consegue entrar nela ou, o que deve ser quase a mesma coisa, quem consegue se dar conta de que está dentro dela. Viva a Jussara!
demetrius

16.12.2009
 O texto me arrebatou logo de início e me vi de repente "ouvindo" a história de dentro da garrafa, "vendo" o protagonista se desesperar a cada frase. E da garrafa só saí mesmo ao fim do conto, quando a autora conseguiu a proeza de fazer com que seu protagonista compartilhasse com os leitores aquele alívio só conhecido por quem já esteve preso numa garrafa...Parabéns! Jô Duarte
Jô Duarte


16.12.2009
O conto A garrafa é ágil, envolvente. A gente lê sem respirar. O desejo de liberdade encarcera o leitor em seu enredo. Ana Bovary é uma contista e tanto. Nos pega na primeira linha e faz com que o leitor deseje invadir a garrafa num gole só, sem apagar o travo que gruda na garganta já no primeiro gole. Parabéns, Ana!
Clarice Ferri

15.12.2009
O texto reproduz com perfeição a angústia do personagem. A autora nos faz viver a angústia e o alívio. O conto tem um ritmo preciso. Parabéns!
A.José


15.12.2009
 Que conto bem escrito. Que angústia. Como a vida pode ser tão comum e desesperadora. Parabéns!
tomadour

15.12.2009
O conto remete a Kafka, e não faz feio. A angústia desse engarrafado, o tombo que o desejo lhe deu, tudo vai sendo muito bem conduzido por essa Anna Bovary, que se mostra, assim, narradora segura. Quanto ao fato de o herói ver-se preso a uma garrafa me fez lembrar daqueles navios que são montados dentro de garrafas. O símbolo da conquista, os barcos, na prisão das garrafas. Como o personagem. Aliás, na minha terra, quem fazia esses navios em garrafas eram os presos. Para vendê-los e ganhar algum, honestamente.
De los Passos

15.12.2009
 Adorei este conto, A GARRAFA. Tenso, comovente, emocionante e lindamente escrito. Parabéns!
Michel Harfouche

15.12.2009
 Muito bom, emocionante, quantos de nós não nos vimos presos em uma garrafa pelas mais diversas razões. Obrigado pelo raio de sol no final, obrigado!
garamar

15.12.2009
 Emocionante. Um conto muito bem redigido, com ritmo e emoção. Parabéns! Um sucesso!
MM de Oliveira

15.12.2009
 Um conto inteligente e emocionante, de personagens verazes, com uma progressão segura. Nota dez!
F de Flaubert



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